domingo, 10 de janeiro de 2021

sobre esse voltar

acredito que nunca vou fechar esse blog.
realmente gosto de voltar aqui de tempos em tempos para poder fazer um registro mínimo e ler algumas coisas do meu passado...

o lado bom
é que hoje eu volto de ótimo humor.
com dúvidas... sempre!
mas com ótimo humor e
completamente diferente.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

[sobreletrassemespaços]

cadaletradasuacurvatemumsomcomintensidadesdiferentes

*e eu descobri, que...
às vezes, eu não preciso respirar.

[sobre a ordem e a falta dela]


ea des ordem
que ela    po de
provocar
nesse
con texto

é tão
imen[          ]surável
eassustador

que me faz SorriR

*que me faz ser.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Sobre um (a) perto

E de tempos em tempos eu volto...
e ele também.

Não necessariamente nessa ordem
mas sempre à sua maneira,
quase sempre ao seu gosto.

(Quem disse que não dá vontade de saltar pra mais perto?)

Hoje eu já consigo faze-lo adormecer mais rápido
talvez seja porque meu coração esteja mais quente,
mais esperto e muitos menos amargo
Ou talvez seja a falsa ilusão repentina que a música em replay me provoca

Espero voltar por outros motivos
Por outros calores e replays
Por simples sorrisos
E até mesmo curtos boas noites
que superam qualquer bom dia.


*e o (a) ficou tão perto
que quase virou um abraço inesperado do nascer do sol.

domingo, 19 de agosto de 2012

Sobre os bons

as melhores surpresas
são aquelas que nos dão bom dia,
enquanto as maiores...
nos dão boa noite


*a boa tarde é o que o tempo nos dá para respirar fundo

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Sobre os pedaços do céu


sim, é como se fosse ontem,
e mesmo assim
os ciscos não param de cair em meus olhos

tento colocar um óculos,
tento não olhar para o céu,
mas nem desse jeito
eu consigo evitar o ritmo involuntário
desse seu jeito atrevido que me faz estremecer...


*pedaços do céu são ótimos para certos nós na garganta,
e muito usados em perda das palavras.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Sobre músicas de bebê

e como vcs me fazem tão facilmente chorar?

não sei se é o momento extremamente carente
ou uma antecipação um tanto quanto exagerada
do meu subconsciente gritando alguma coisa...

aí eu faço de conta que não escuto
e ele faz de conta que eu não o ignoro,
simples assim!

como uma explosão de fogos artificiais
anunciando o ano novo,
que nada mais é do que a continuação
anteriormente interrompida
daquela velha expansão barulhenta
iluminada pelos nossos sonhos...



*e o que disserem,
os nossos dias serão para sempre...